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Prefeitura e entidades de Carazinho discutem paralisação


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30 de maio de 2018

Tempo de Leitura: 2 minutos

Prefeitura e entidades de Carazinho discutem paralisação


No fim da tarde de terça-feira (29), o prefeito Milton Schmitz realizou uma reunião para debater os efeitos da greve em Carazinho. Estiveram presentes representantes de entidades, Ministério Público, Brigada Militar, Bombeiros, Polícia Civil, empresários do setor de transportes, postos de combustíveis, indústria, além de Vereadores, Secretários, vice-prefeito Fernando Sant’Anna de Moraes, prefeito de Chapada, Carlos Catto e, representando o Movimento dos Caminhoneiros em Carazinho, Charles Kuffel.

No município de Carazinho, como em todo o país, os reflexos da mobilização já começam a trazer transtornos à população como a falta de combustível, gás, paralisação das aulas da rede estadual, prejuízos na produção de leite e impacto no comércio.

O encontro foi movimentado pela necessidade de se buscar em conjunto com lideranças, solução para uma situação que até o momento tem sido compreendida e apoiada pela comunidade mas, se não houver bom senso e responsabilidade, se encaminha para um cenário de prejuízo social e econômico muito grave. “A mobilização foi oportuna, legítima, contou com o apoio de todos e teve suas reivindicações atendidas. Nossa preocupação é que esse apoio comece a cair devido a falta de combustível”, disse o prefeito.

O prefeito de Chapada Carlos Catto, foi categórico e esclarecedor em sua análise sobre a paralisação. “O movimento iniciou com os caminhoneiros autônomos e a reivindicação era o preço elevado do diesel. Essa era a pauta. O governo fez a sua parte, agora a paralisação precisa parar para o Brasil andar”, afirmou.

Já o promotor Juliano Grizza, também presente no encontro, disse que caso o movimento continue, uma reunião está prevista para quarta-feira (30) com prefeitos da região para definir uma forma de escoltar caminhões que possam trazer combustível para Carazinho e cidades da região.

O líder do movimento em Carazinho Charles Kuffel, admite que as reivindicações foram atendidas mas a mobilização ainda persiste devido as manifestações de apoio que os caminhoneiros receberam da sociedade. “Estamos aguardando a votação da PL120 “, afirma.

 



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